ISBN: 9788501104632
Ano: 2015
Páginas: 336
Editora: Galera Record
Páginas: 336
Editora: Galera Record
Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ★
"Audrey é uma adolescente comum, igualzinha a tantas. Com 14 anos, estuda, se apaixona, entra em conflito com os pais, sonha, confia nas amigas. Até que começa a ser vítima de bullying. No início, parecia apenas uma pequena implicância, mas a provocação vai aumentando. Logo, a menina não consegue mais frequentar o colégio, nem ao menos sair de casa. O diagnóstico? Transtorno de ansiedade social, transtorno de ansiedade generalizada e episódios depressivos.
Com a ajuda da Dra. Sarah, Audrey começa um lento, mas decisivo, caminho rumo à recuperação. E quando conhece Linus, parceiro de games do irmão, ela sente uma ligação. Seu sorriso de gominho de laranja é encorajador, e eles podem conversar sobre tudo: ansiedades, sonhos, medos. Ainda que de forma não muito convencional no início. Mesmo com as ressalvas da médica, a amizade se aprofunda — em meio a visitas ao Starbucks e pequenos desafios. Em pouco tempo, evolui para um romance que vai afetar toda a família. Por fim a normalidade parece apenas a um passo de distância. À procura de Audrey é um romance inspirador sobre família, primeiro amor e depressão."
O que me fez querer comprar esse livro, antes mesmo até de ler a sinopse, foi a capa. Ela é bem simples e consegue passar um pouco a mensagem do livro. Vale dizer que esse é o primeiro Young Adult (YA) da autora, então, mais um motivo para querer ler.
Audrey é uma adolescente de 14 anos que sofreu bullying na escola e perdeu a vontade de estudar e conhecer novas pessoas, por isso não gosta de ser vista, está matriculada em uma nova escola e usa óculos escuros o tempo todo, até mesmo dentro de casa, para evitar fazer contato visual. Audrey está com depressão.
A família de Audrey é composta por seus pais e mais dois irmãos, Frank e Felix.
Frank tem 15 anos e é viciado em computador, não há como negar. Apesar de tudo, é muito fofo e tem uma preocupação com a Audrey que acaba fazendo com que você se apaixone por ele.
"- Ei, Aud, é o Linus, se quiser... Você sabe. Sair de perto."
O irmão mais novo de Audrey tem somente 4 anos e é uma fofura viciada em Candy Crush.
A história começa com a mãe de Audrey surtando e ameaçando jogar o computador de Frank pela janela, pois leu no famoso jornal Daily Mail (o jornal em que ela é viciada e acaba por acreditar em tudo que lê) uma reportagem sobre pessoas viciadas em computador e acaba reconhecendo os sintomas em Frank.
Li muitos comentários sobre pessoas que já leram o livro e diziam que acharam a mãe da Audrey muito chata. Tenho a dizer que não concordo. Achei a mãe da Audrey uma personagem super engraçada e divertida, com suas preocupações de mãe, e se você já leu algum outro livro da Sophie Kinsella, vai conseguir perceber o selo de "Personagem hilária/maluca/atrapalhada" registrado na mãe da Audrey.
O romance que aconteceu no livro foi uma das coisas mais fofas e apaixonantes que já li. Não surgiu do nada, ele foi construído aos poucos, e é muito bonito ver o quanto Linus consegue e quer ajudar Audrey.
Linus é um personagem muito, muito fofo. Defende a Audrey sempre, tenta apaziguar as diversas confusões na casa da Audrey, enfim, é um personagem mais que especial.
Sem dúvidas, para mim, uma das coisas mais importantes de todo o livro foi como ele consegue trazer e abordar temas importantes do cotidiano, como o bullying e a depressão. Enquanto fazia a leitura do livro, apesar de não passar por nenhum desses problemas, consegui me ver pedindo ajuda; pegando o que a Audrey passou e tentando aplicar nas minhas atitudes, então, acredito que muitas das pessoas que realmente sofrem com isso, possam acabar se vendo na história e tentando mudar, assim como a Audrey.
Outra coisa de que gostei muito foi o fato de ser narrado em primeira pessoa, pois assim a Audrey conversa com o leitor e acontece uma troca de informações, que possibilita um reconhecimento.
O assunto foi tão bem abordado que ele foi passado de maneira simples mas não perdeu sua importância.
Bullying e depressão são problemas sérios que mudam totalmente a vida das pessoas que são afetadas por eles.
Sophie Kinsella pode escrever um chick-lit, young adult, new adult ou qualquer outro gênero, e ainda assim você irá conseguir dar grandes risadas na história.
Não tenho como não dar cinco estrelas e favoritar esse livro. Eu amei! Ele é tão fofo, mas tão fofo que tenho vontade de apertar todos os personagens!


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